domingo, 19 de julho de 2015

Esse ser chamado... Maxi Pereira

Ainda que se avizinhe um curto mas merecido período de férias, quero aproveitar a deixa do 2º jogo de preparação do FC Porto frente aos alemães do Duisburgo (que os azuis e brancos venceram por 2-0) para regressar ao convívio dos meus companheiros de bluegosfera, dando assim início a mais uma época de são convívio futebolístico. Uma época que, como todos esperamos, fará regressar o FC Porto à senda de sucesso a que nos habituou desde há muitas décadas. Infelizmente, o motivo que me traz a escrever este primeiro texto não é dos mais agradáveis...

Como qualquer adepto, também eu fui idolatrando, ao longo dos anos, muitos dirigentes, técnicos e jogadores que, pelas suas carreiras ao serviço do FC Porto, foram adquirindo maior notoriedade. No entanto, nunca, em caso algum, considerei quem quer que fosse acima do nosso amado clube. Para mim, ninguém está acima do emblema do FC Porto e ponto final.  Como tal, por muito que o meu portismo me obrigue a apoiar, sem excepção, qualquer jogador que envergue a camisola azul e branca, é com total liberdade e frontalidade que expresso o meu completo repúdio por esse ser chamado... Maxi Pereira. 

Ao contrário do que a imprensa lisboeta nos tentou convencer ao longo dos oito anos em que envergou a camisola do Benfica, Maxi Pereira é muito mais do que um jogador duro e viril. Recordo-me, sem grande esforço, de meia-dúzia de lances em que, com a bola pousada no solo ou fora do alcance, o uruguaio atingiu os adversários com patadas ao nível dos joelhos, virilha ou abdómen, algo que só pode ser confundido com simples virilidade por quem vê o futebol com palas encarnadas. Isso, em qualquer parte do mundo - excepto na Capital do Império Ultramarino - é pura violência!
Maxi Pereira é um jogador maldoso, que recorre à agressão para intimidar e limitar fisicamente os adversários. Obviamente, tal estratégia, a todos os níveis condenável, só foi possível ao longo dos últimos oito anos graças ao clima de impunidade instalado em torno do Benfica, fruto da cumplicidade obscena da arbitragem portuguesa que, de uma forma cobarde e subserviente, foi fechando os olhos aos inúmeros casos polémicos protagonizados pelo uruguaio.

Compreendo que, na perspectiva desportiva, Pinto da Costa reconheça em Maxi Pereira um jogador "à Porto". Não há dúvida de que, pelo seu esforço e entrega ao jogo, o uruguaio nos faz recordar alguns ídolos do nosso passado, mas as semelhanças ficam-se por aí. É conveniente que alguém da equipa técnica portista explique o mais rapidamente possível a Maxi Pereira que deve alterar radicalmente o seu comportamento violento, sob pena da equipa vir a ser gravemente penalizada no futuro. Primeiro, porque o FC Porto  não possui o manto protector de que o Benfica goza junto da arbitragem e não se espera a mesma complacência por parte dos senhores do apito agora que Maxi veste de azul e branco; segundo, porque tal comportamento violento pode ser muito bem aceite lá para as bandas da Capital, mas não se enquadra nos valores que os adeptos portistas defendem e exigem aos seus jogadores.

Nota de rodapé: já fui confrontado por alguns benfiquistas com a hipótese de mudar a minha opinião sobre Maxi Pereira, em virtude da sua mudança para o Dragão. Tal como procurei deixar aqui bem claro, o meu portismo exige que apoie os jogadores do FC Porto e Maxi não será excepção, mas nem por isso mudarei a minha opinião sobre essa pessoa. Por outro lado, ficarei também atento a todos aqueles que, durante oito anos, foram branqueando as atitudes do uruguaio enquanto jogador do SLB. Veremos se, esses sim, não virão agora exigir cartões vermelhos por actos que, até aqui, eram vistos como meras demonstrações de... virilidade.

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Ri-te, ri-te...


...que logo choras!
O dia que Rui Gomes da Silva deu uma gargalhada com a possibilidade de Jorge Jesus ir para o Sporting. #JM
Posted by Ups, mete gelo on Quinta-feira, 4 de Junho de 2015

domingo, 24 de maio de 2015

O manto protector II


 «Apesar de ter concordado com o calendário do torneio e ter participado na conferência de imprensa de lançamento a 28 de Abril em Nova Iorque, o FC Porto comunicou a sua impossibilidade de participar na International Champions Cup 2015 e por esse motivo foi substituído.»

Este comunicado, publicado na página oficial da Champions Cup, vem comprovar que o Record mentiu ao afirmar que a organização do torneio havia decidido, por sua iniciativa, substituir o FC Porto pelo Benfica. Obviamente, não se espera da parte deste pasquim o reconhecimento da falsidade da notícia que fez capa na sua edição de 22 de Maio e muito menos o devido pedido de desculpas, que seria o mínimo exigível a quem se diz isento e idóneo. Num país onde a comunicação social parece  mergulhada numa verdadeira anarquia dada a total inoperância das autoridades que têm por dever reger a actividade jornalística, resta-nos denunciar mais uma pulhice levada a cabo por esta escumalha lisboeta e alertar as hostes azuis e brancas contra os ataques soezes de quem procede despudoradamente como inimigo do nosso amado clube.

O manto protector I


Quanto mais conheço Lisboa e a sua mentalidade, mais orgulho tenho por não me deixar corromper pela sua perfídia nem subjugar pelo seu domínio.   

Depois de uma época inteira a escamotear aos olhos do público a pouca-vergonha das arbitragens que, sistematicamente, foram levando o Benfica ao colinho rumo ao título, eis que o jornal A BOLA, dando asas a toda a corrupção intelectual que caracteriza os seus critérios editoriais, decidiu agora trazer à 1ª página a arbitragem do jogo Benfica-Marítimo para lamentar o golo mal anulado a Jonas que valeria o título de melhor marcador ao jogador encarnado. Tiveram de esperar até à ultima jornada para encontrar razões de queixa, mas nem isso lhes tira o despudor. E depois não gostam que se diga que o clubezeco do regime goza de um manto protector...
Enquanto Julen Lopetegui se queixou dos muitos erros grosseiros que, ao longo de várias jornadas consecutivas, foram beneficiando o clubezeco lisboeta, estes pseudo-jornalistas não se cansaram de criticar aquilo que então não tiveram pejo em chamar de mau-perder e desespero, mas agora, porque isso convém ao regime, mudaram radicalmente de postura e até (pasme-se!) fazem das queixas motivo de 1ª página! Se a hipocrisia e desonestidade pagassem imposto, que bem estariam as Finanças à custa desta gente...
Se o jornal A BOLA pretende com isto condicionar a atribuição da Bola de Prata, por nós tudo bem, desde que, em nome da mesma justiça, se analise a quantidade de pontos concedidos directamente pelas arbitragens aos encarnados e lhes seja retirado o título de campeão injustamente conquistado à custa da roubalheira. Ou a influência dos árbitros aí já não lhes interessa?

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Criminoso!

Eu nem me vou incomodar a tecer mais comentários sobre este indivíduo. O deplorável branqueamento que tenta fazer sobre a onda de violência e destruição verificada de Norte a Sul do país sob o pretexto dos festejos do bicampeonato do clubezeco do regime, vem acabar definitivamente com qualquer réstia de dúvida que ainda poderia existir sobre o seu carácter.

Reacção de Rui Gomes da Silva aos incidentes dos adeptos benfiquistas no Estádio D. Afonso Henriques:
Posted by Planeta Desportivo on Quinta-feira, 21 de Maio de 2015
É bom que estas imagens sejam partilhadas no Facebook e nos blogues para que todos possam apreciar o nível desta gente. E por aqui me fico.