sábado, 18 de fevereiro de 2017

Vão ter de mudar de restaurante

Enquanto o clubezeco dos vouchers foi levado ao colinho ao longo da primeira volta do campeonato, só se ouvia riso e gozo lá para as bandas da Capital do Império Ultramarino. Quando o Porto foi espoliado jornada após jornada, ninguém ouviu os voucheristas a reclamar. Quando o Porto foi atirado para fora da Taça de Portugal por esse batoteiro do apito chamado João Capela, ninguém ouviu os voucheristas a reclamar. Quando o Porto foi atirado para fora da Taça da Liga por outro batoteiro do apito chamado João Pinheiro, ninguém ouviu os voucheristas a reclamar. Nessa altura só se ouvia coisas do género "Ah e tal, o Porto não joga nada, o Porto não marca golos"... A vida corria-lhes bem, o Marquês até já estava reservado para os festejos do tetra. Agora, bastaram três ou quatro jornadas da segunda volta para começarem a chorar e até já exigem reuniões de emergência com o Conselho de Arbitragem (o mesmo que, até há bem pouco tempo, diziam que estava a funcionar muito bem). Lá se foram os 7 pontos de vantagem que conquistaram à custa das jantaradas no Museu da Cerveja! Vão ter de mudar de restaurante porque os árbitros fartaram-se desse! 

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Fraldinhas SLB


Não admira que os voucheristas comercializem fraldas com as cores e o logótipo do clube, conforme se vê anunciado no seu site oficial. A mijadeira nos jogos é tanta que até deviam distribuí-las gratuitamente à entrada do estádio, uma para cada sócio. E mesmo assim não sei se evitariam as assaduras dos rabinhos... 

Operação "Fónix"



Se um dia destes se descobre que os hipermercados Continente (ou qualquer outro) não têm as devidas licenças de actividade em dia, estamos todos perdidos. Há milhões de portugueses que vão a tribunal por usufruírem de serviços ilícitos, pois não vejo ninguém a pedir a documentação legal do talho ou da peixaria antes de pagar na caixa. Fónix!

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

SIM, PODEMOS!


Nenhum adepto portista que se preze gosta de ter razão no que concerne às críticas que faz ao FC Porto. Nesta altura do campeonato, o que eu mais desejava era poder dizer que Laurent Depoitre foi uma agradável surpresa e que as dúvidas sobre a qualidade do belga que eu levantei aqui em Agosto do ano passado não passavam de uma análise precipitada. Infelizmente, o tempo veio efectivamente comprovar que Depoitre foi mesmo uma má decisão, graças à qual entregamos metade da época aos adversários e nos atrasamos na luta pelo título.

Obviamente, Depoitre não é o único culpado pelo 2º lugar que ocupamos na tabela classificativa, mas, ao vermos a entrada fulgurante de Soares com a camisola do FC Porto vestida, não podemos deixar de questionar onde estaria esta equipa agora caso tivéssemos contado com um avançado deste calibre desde a primeira jornada. Não precisamos de grande esforço para recordar vários jogos em que o domínio territorial imposto aos adversários esbarrava numa gritante ineficácia atacante. É disso exemplo claro o confronto directo com o clubezeco dos vouchers no Dragão, onde o empate injusto conquistado pelos visitantes assumiu contornos de escândalo face à supremacia demonstrada pelos azuis e brancos no decorrer de toda a partida.  

Veremos agora se o reforço brasileiro proveniente do Vitória de Guimarães continuará a espalhar a chama evidenciada nestes seus dois primeiros jogos de dragão ao peito até final da época, mas há duas coisas que Soares já conseguiu em apenas 120 minutos: primeiro, conquistar a simpatia dos adeptos, já que não há portista absolutamente nenhum que, neste momento, não acredite que estamos na presença de um grande avançado; segundo, fazer a equipa readquirir os elevados níveis de fé, confiança e ambição necessários para encarar a luta pelo título de peito aberto. Por outras palavras, há muito que não ouvíamos as bancadas do Dragão gritarem tão convictamente SIM, PODEMOS! PODEMOS VENCER! PODEMOS DERROTAR QUALQUER ADVERSÁRIO! PODEMOS SER CAMPEÕES!

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Estão a ver por que os odeio?

Custava muito àquela escumalha da imprensa da Capital do Império esquecer o clubezeco dos vouchers por um dia e dar o devido destaque de 1ª página a quem hoje verdadeiramente o merecia, tal como fez o jornal O JOGO?


Compare-se agora estas primeiras páginas dos pasquins lisboetas com as de 21 de Maio de 2016, um dia depois do clubezeco do regime ter vencido a mesma competição:


O que mais me revolta não é esta mentalidade mesquinha da maralha de Lisboa, que nos foi imposta e a que nos fomos habituando ao longo de muitas décadas de centralismo obsceno. O que mais me revolta é haver ainda muita gente do Norte de Portugal que se diz orgulhosa das suas raízes, mas que come e cala perante esta postura insultuosa e ultrajante da capital do país, como se não passassem de meras marionetas nas mãos do poder centralista.