domingo, 3 de maio de 2015

Onde estaria?




ONDE estaria este benfiquinha, equipa banal e sem categoria absolutamente nenhuma, se já estivessem implementadas as novas tecnologias no futebol? ONDE estaria esta equipazeca se todos os golos ilegais que lhe foram validados e todos os golos limpos que foram anulados aos adversários tivessem sido correctamente ajuizados? ONDE estaria este campeão da treta se os árbitros pudessem analisar em vídeo os penalties que ficaram por marcar contra o clubezeco do regime? E os penalties forjados a seu favor? E as expulsões que lhe foram perdoadas? E já agora, ONDE estaria esta patética equipa se a FPF, em vez de andar a fingir que está muito preocupada com a verdade desportiva, tivesse investigado seriamente o caso Rosa/Deyverson, dois jogadores que pertencem de pleno direito ao Belenenses e que foram, vá lá saber-se por que motivo, impedidos de defrontar o Benfica? ONDE estaria?

sábado, 2 de maio de 2015

Jorjasus

Julen Lopetegui pode estar há pouco tempo no nosso país, mas os 9 meses que leva de futebol português já deveriam significar alguma coisa. Por exemplo, é tempo mais do que suficiente para que Jorge Jesus tenha aprendido a dizer correctamente o nome do seu colega de profissão e para que o basco tenha percebido que o treinador benfiquista é um cretino com quem precisa de ter muito cuidado.

Poucos dias após a altercação verificada entre os treinadores do Porto e do Benfica no final do clássico da Luz, Jorge Jesus veio a público reconhecer que afinal só se engana no nome de Lopetegui quando quer e porque quer. Esta confissão deixa transparecer algo que aqueles que conhecem o treinador encarnado já perceberam há muito: a baixa formação de JJ, que já nos proporcionou momentos hilariantes suficientes para encher o guião de um filme cómico, serve também para disfarçar o seu mau carácter e a falta de respeito que nutre por todos os que o rodeiam.

Jorge Jesus tem a sua carreira manchada por uma série de lamentáveis episódios de insultos e agressões a árbitros, jogadores, treinadores e até polícias, o que deveria ter servido de aviso a todos os incautos que logo assumiram a sua defesa neste diferendo com Lopetegui. Infelizmente, depois de uma semana de duras críticas dirigidas ao treinador portista pela forma como lidou com o constante desrespeito de que foi vítima, os mesmos críticos mostram-se agora incapazes de condenar o comportamento de JJ, mesmo depois deste confessar que aqueles anagramas ridículos que foi construindo com o nome de Lopetegui faziam afinal parte de uma estratégia, um jogo sujo assumido com o objectivo de provocar a ira do seu rival. Enfim, dogmas de um país atrasado e medíocre onde tudo se conjuga sempre em benefício dos interesses de quem traz determinado emblema ao peito, mesmo que ao atropelo dos mais elementares valores morais.

quinta-feira, 30 de abril de 2015

O regime não brinca em serviço

Mesmo com os 3 pontos de vantagem que o Benfica leva sobre o FC Porto, o regime não brinca em serviço. Para que não hajam dúvidas de que o título não foge mesmo aos encarnados, o Conselho de Arbitragem decidiu escolher João Capela, um dos mais polémicos e tendenciosos árbitros portugueses, para ir a Barcelos arbitrar o Gil Vicente-Benfica.

Os muitos casos anteriores de favorecimento ao clubezeco do regime protagonizados por João Capela seriam, só por si, motivo mais do que suficiente para se perceber que esta nomeação cheira a esturro, mas o caso assume mesmo contornos de autêntico escândalo se tivermos em conta que este mesmo árbitro ficou directamente ligado à vitória do Benfica na Luz, precisamente no jogo da 1ª ronda frente ao Gil Vicente, quando validou o golo de Maxi Pereira em claríssima posição de fora-de-jogo.
Apesar do juiz de linha se encontrar em perfeitas condições para apreciar o lance, tal como as imagens documentam, o adiantamento evidente de Maxi Pereira em relação à linha da defesa não foi devidamente assinalado pelo árbitro, permitindo assim que o Benfica chegasse ao golo que acabaria por lhe valer a vitória por 1-0 e os consequentes 3 pontos. Recorde-se, a título de curiosidade, que os encarnados jogavam no seu estádio e o Gil Vicente ocupava na altura o último lugar da tabela classificativa, mas nem isso impediu que só com a ajuda da arbitragem os "lisvoetas" tenham evitado perder pontos.

terça-feira, 28 de abril de 2015

Campeão medíocre e sem categoria

Primeiro ponto prévio: a partir do passado domingo, é ponto assente que o título já não fugirá ao Benfica. Se desde o princípio se percebeu que as coisas estavam orientadas para que tal não acontecesse, não será agora, em apenas quatro jornadas, que irá acontecer. Segundo ponto prévio: mais uma vez se comprovou que este Benfica é uma equipa medíocre e sem categoria absolutamente nenhuma, que se apresta, ainda assim, para ser campeã à custa de muito colinho das arbitragens, muitos tiros nos próprios pés dos adversários e muitas circunstâncias fortuitas que lhe foram correndo de feição ao longo da época. E mesmo com todos os ventos a soprar a seu favor, consegue  a proeza de, a  quatro jornadas do final, ainda não ter conseguido assegurar o título. É obra...

À partida para o clássico do passado domingo, o Benfica estava claramente em vantagem sobre o FC Porto. Primeiro, porque trazia já uma vantagem de 3 pontos que depositavam sobre os portistas a pressão de terem de ganhar para manter as aspirações ao título; segundo, porque jogavam no seu estádio e perante o seu público, beneficiando do apoio de 60 mil vozes a puxar pela equipa; terceiro, porque, graças à eliminação precoce das competições europeias, assistiu de poltrona aos compromissos internacionais do FC Porto, evitando assim o desgaste que os confrontos ao mais alto nível do futebol europeu acarretam. Mesmo assim, os futuros campeões nacionais protagonizaram perante o seu público uma exibição perfeitamente lastimável, conseguindo o seu primeiro remate enquadrado com a baliza portista aos 49 minutos! Não, não há engano, foi mesmo aos 49 minutos! Para quem viu este jogo, até parecia que tinha sido o Benfica que tinha ido jogar a Munique poucos dias antes...

É verdade, como tanto insiste a  imprensa da capital em realçar, que o FC Porto esta época não conseguiu vencer nenhum dos confrontos directos contra a equipazeca medíocre do "Jasus", mas também não é menos verdade que os portistas não precisavam de o fazer para serem campeões. Na prática, bastava que não se tivesse verificado aquela inadmissível sucessão de jornadas em que os árbitros impediram o clubezeco do regime de perder pontos graças a erros grosseiros com interferência directa nos resultados para que os "lisvoetas" estivessem, não 3 pontos à frente, mas 3 pontos atrás do Porto. Pela contabilidade de Rui Santos, jornalista da SIC, são SEIS os pontos que o benfiquinha leva a mais na classificação graças aos benefícios dos senhores do apito, logo, é só fazer as contas para perceber que a verdade desportiva deste campeonato foi completamente viciada pela APAF.

 
Basta analisar os lances polémicos do clássico do passado domingo e aquela que foi a atitude subserviente do árbitro para com os encarnados, sistematicamente a decidir em favor da equipa da casa, para perceber o que foi toda a época. Por exemplo, só na Capital do Império Ultramarino, com toda a corrupção intelectual que ali prolifera, se pode considerar perfeitamente normal que o Luisão coloque a mão sobre a cabeça de um avançado, impedindo-o descaradamente de saltar à bola, e daí nada resulte na apreciação do árbitro. Ou ainda que o Fejsa tenha entrado para distribuir porrada em tudo o que vestia de azul e branco e o árbitro, simpaticamente, lhe tenha poupado o segundo cartão amarelo e consequente expulsão. Por muito menos do que isto terminou o Benfica a jogar contra dez em mais de uma dezena de jogos.



A VERGONHA DO FUTEBOL PORTUGUÊShttps://www.facebook.com/PORTOEOSAMIGOS
Posted by FcPorto e Os Amigos on Domingo, 26 de Abril de 2015


Para terminar, acho curiosa esta dialéctica benfiquista de apontar o jogo de Munique como exemplo da falta de valor do FC Porto. Parece que o facto dos portistas terem perdido nos quartos de final com o principal candidato à conquista da Liga dos Campeões (e que, por acaso, até já garantiu o título alemão quando faltam quatro jornadas para o final da Bundesliga) é motivo de desvalorização. Curiosamente, quando o benfiquinha ficou em último lugar do seu grupo de apuramento, o valor dos adversários já serviu como justificação para a prestação verdadeiramente patética dos encarnados. Não passa pela cabeça de ninguém que perceba minimamente de futebol que equipas como o Zenit, Mónaco ou Bayer Leverkusen (que leva presentemente menos 21 pontos do que o já garantido campeão da Bundesliga) estejam ao nível de um Bayern de Munique, mas para desculpar a mediocridade da equipazeca do regime qualquer argumento falacioso serve, mesmo que seja uma clara deturpação da realidade. E assim se fabrica um campeão, medíocre e sem categoria absolutamente nenhuma.

Pergunta ao Lopetegui

Como é que tu queres que o treinador do Benfica não tenha dificuldade em proferir o teu nome se ele próprio pensa que se chama "Jorjasus"???