segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Mais uma acha na fogueira centralista do Turismo de Portugal

«Os deputados sociais-democratas eleitos pelo Porto consideraram hoje que o "Red Bull é mais uma acha na fogueira centralista que o Turismo de Portugal tem promovido ao longo dos últimos anos face a Lisboa contra o resto do país". Os deputados do PSD eleitos pelo círculo do Porto entregaram hoje uma pergunta na Assembleia da República, dirigida ao primeiro-ministro sobre a transferência da Red Bull para Lisboa e os critérios do Turismo de Portugal para a distribuição de incentivos próprios. O coordenador deste grupo de deputados, Luís Menezes, disse à Lusa que a "Red Bull decidiu mudar a sua localização do Porto para Lisboa por uma questão comercial, por uma questão de dinheiro e com total conivência do Turismo de Portugal". "Isto é mais um facto a somar a tantos outros demonstrativos da paixão centralista que o Turismo de Portugal tem por Lisboa", acrescentou Luís Menezes. Segundo o deputado, "dos 70 milhões de euros de incentivos próprios que o Turismo de Portugal atribui em 2008 ao país como um todo, 70% foram investidos no distrito de Lisboa, ou seja, 49 milhões de euros". "Desses 49 milhões de euros, 43 milhões de euros foram investidos só na cidade de Lisboa, o que quer dizer que Lisboa teve 64% de todos os incentivos próprios que o Turismo de Portugal atribui em 2008", explicou. Luís Menezes denunciou ainda o facto de "em Lisboa as taxas de participação do Turismo de Portugal nos investimentos são de cerca de 50% enquanto que há distritos como o Porto ou Leiria em que as taxas de comparticipação são de 5%"."É preciso ter descaramento para que, de forma reiterada, continuemos com este tipo de atitudes discriminatórias de Lisboa face ao resto do país", considerou o deputado, que acrescentou ainda que "o Turismo de Portugal deve explicações sérias sobre quais os critérios para a distribuição dos fundos".Luís Menezes justificou o envio da pergunta ao Primeiro-ministro por considerar "que é da maior relevância que o líder da equipa governativa tenha conhecimento desta situação"."Nós vamos esperar por uma resposta muito concreta do Turismo de Portugal e esperamos que essa resposta seja o mais rápida possível porque queremos fazer com que durante o ano de 2010 o Turismo de Portugal paute a sua actuação por uma distribuição mais equitativa de promoção turística das várias zonas do país", salientou. A pergunta hoje entregue pelos deputados sociais-democratas do Porto refere que a "intervenção do Turismo de Portugal foi decisiva para a deslocalização do evento para Lisboa, em desfavor das cidades do Porto e de Vila Nova Gaia e de toda a região Norte do País". "O Governo e o Turismo de Portugal mostraram claramente a sua total indiferença e preocupação por uma saudável distribuição de verbas e eventos de dimensão mediática com elevado retorno turístico, pelas diferentes regiões do país", continua o documento, que acrescenta ainda que "o seu aparente silêncio perante esta situação foi cúmplice de mais uma atitude característica do centralismo há muito reinante no nosso país".»

domingo, 27 de dezembro de 2009

O Mundial dos jovens pasteleiros

«Tentei ontem conhecer o nome do vencedor do Campeonato do Mundo dos Jovens Pasteleiros, mas não o consegui. O site da Associação de Hotelaria e Similares de Portugal (AHRESP) disse-me que eu não tinha permissão para aceder a essa extraordinária informação sobre a prova que decorreu de 31 de Março a 2 de Abril do ano passado em Lisboa.

Apesar de esse magnífico certame ter tido o apoio do Turismo de Portugal no valor de 50 mil euros - tanto como o Fantasporto, e mais do que todo o distrito de Aveiro durante todo o ano de 2008 - não consigo assim dizer aos meus eventuais leitores quem foi esse magnífico vencedor, como não sei se se distinguiu a cozinhar o “Melhor do Mundo” ou rabandas.

Os números que a Câmara do Porto divulgou sobre os apoios dados pela Turismo de Portugal em 2008 são, de facto fantásticos: 61% (43 milhões de euros) foi para o concelho de Lisboa. Concelho, repito, nem sequer é o distrito.

Dizem-me que é por causa das contrapartidas pagas pelo Casino de Lisboa e que isso explica tudo.

Para mim isso não explica nada. Ou então deixem-me fazer um casino no Porto. Melhor ainda: apliquem a essas contrapartidas, o princípio do “spill over” que permite gastar dinheiros europeus em regiões já com nível acima da média europeia, tal como tem acontecido com inúmeros benefícios para Lisboa, e assim as coisas já ficam mais justas.

Agora, quererem convencer-me de que o projecto “Ao domingo o Terreiro do Paço é das pessoas”, que teve direito a nada menos de 600 mil euros, ou esse piramidal projecto de animação dos coretos de Lisboa que mereceu 300 mil euros, são boas aplicações dos dinheiros do Turismo de Portugal, isso não conseguem. Se é a lei que está mal, ela já se devia ter mudado.

Curiosamente Luís Patrão, patrão da Turismo de Portugal, em declarações ao GP, justificou há dias o corte no apoio ao Concurso de Saltos Internacional de Matosinhos com o facto de o dinheiro não estar a servir para a internacionalização da prova, como era suposto. As “Redes pedonais e percursos cicláveis de Lisboa” tiveram direito a 1.1 milhões de euros e já agora, gostava de saber em que é que internacionalizam a nossa querida capital.

Mas por aqui percebe-se bem porque não há Regionalização. Como é que isto iria ser possível num quadro regionalizado? As Regiões teriam muito maior capacidade na barganha por estas verbas e não iria ser fácil ao Estado colocar o dinheiro todo no mesmo cesto. Esta gente, como a que manda no Turismo dito de Portugal, é precisamente a que tem poder e que não é escrutinada. Com a Regionalização seria, fatalmente.

Mas também, no meio disto tudo, gostaria de ter visto uma reunião da Junta Metropolitana do Porto que congregasse os seus municípios numa crítica clara ao que tem sido este regabofe do Turismo de Portugal, ao que foi a história da Red Bull e da sua viagem para Lisboa porque “havia limitações no Porto em Gaia”, como disse o responsável da Red Bull em frente aos autarcas António Costa e Isaltino Morais, sentados lado a lado.»

Artigo publicado no Semanário Grande Porto, da autoria de Manuel Queiróz.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

A Luz ao fundo dos túneis

No decorrer desta época futebolística, foram já várias as vezes em que ocorreram graves distúrbios nos túneis dos estádios. Ora, se por um lado é verdade que estes distúrbios ocorreram de Norte a Sul do país, não é menos verdade que todos eles tiveram um denominador comum: o SLB. É claro que, para quem acredita em coincidências, tal facto não deverá passar de um mero acaso, de um pontapé na lógica, de uma excentricidade do destino. No entanto, ninguém que tenha um par de olhos na cara poderá deixar de reconhecer que começa a ser demasiado evidente a existência de uma ligação directa ao clube da Luz.
Depois do Leixões, do Braga e do Olhanense, chegou a vez do FC Porto se ver confrontado com um caso, ocorrido no túnel da Luz após o jogo com o Benfica, que envolveu Sapunaru e Hulk e do qual resultou a suspensão dos dois jogadores, hoje anunciada pela Liga. O árbitro já fez saber através do seu relatório que a situação foi despoletada por uma provocação de um "Steward" aos jogadores portistas, algo que não justifica a reacção dos jogadores mas que explica muita coisa.
Veremos pois no que isto vai dar mas, não sei porquê, estou com a mesma sensação que tive quando o Diabo de Gaia invadiu o terreno de jogo para ir agredir o juiz-de-linha. Algo me diz que o tal "denominador comum" vai passar incólume por mais esta situação, ou não estivesse a decisão nas mãos do digníssimo dr. Ricardo Costa.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Verdades que custam a dizer a uns e que doem a ouvir a outros

1ª Verdade: o Benfica jogou melhor do que o FC Porto e mereceu a vitória no clássico. A equipa da Luz está de parabéns.

2ª Verdade: o Jesualdo Ferreira fez mais uma asneirada das suas ao incluir Guarin e excluir Belluschi. Pior ainda, apostou em Hulk a tempo inteiro em detrimento de Varela, algo que só pode passar pela cabeça de quem não vê os jogos do Porto ou precisa de ir ao oculista. Graças a isto, o Porto passou os 90 minutos a tentar criar uma jogada com cabeça, tronco e membros, sem nunca o conseguir.

3ª Verdade: Lucílio Baptista teve, uma vez mais, influência directa, não apenas no resultado da partida, mas em todo o desenrolar da mesma. O árbitro de Setúbal está cada vez mais conotado com as recentes conquistas do SLB. Podem falar muito do penalty (óbvio e indiscutível, refira-se) que ficou por assinalar contra o Porto na fase final da partida, mas quando um árbitro passa os primeiros 45 minutos a fazer vista grossa ao que se passa na área do Benfica, deixando passar em claro uma rasteira ao Hulk e um corte com o braço de Cardozo, estamos conversados quanto à tendência dos seus critérios.

4ª Verdade: Portugal tem uma comunicação social intelectualmente corrupta e vendida aos interesses do lobby lisboeta. Só assim se compreende que não tenham tido o menor interesse em referir que o golo do Benfica (que acabou por decidir o jogo) nasce de uma jogada que deveria ter sido anulada logo à partida, uma vez que o Urreta está claramente em fora-de-jogo no momento em que recebe o passe do seu companheiro. Os canais televisivos focaram apenas o golo em si, desviando assim as atenções do que se passou antes. É claro que, agora que o mal está feito, de nada adianta referir o erro do árbitro, mas que outras motivações pode ter a imprensa nacional em escamotear a verdade aos olhos do público senão a de induzir em erro a sua opinião e proteger os interesses da equipa beneficiada?

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Lucílio Calabote Baptista

Quando o Jorge Sousa foi escolhido para arbitrar o jogo entre o Vitória de Guimarães e o FC Porto, pensei cá com os meus botões: "Pronto, estes gajos estão a preparar o caldinho para sobrar apenas o Lucílio Baptista para o jogo com o Benfica." Pois, cá está ele! Não, não sou bruxo nem tenho um dedo que adivinha. Apenas já levo anos de vida suficientes para saber como se passam as coisas nos meandros do futebol português. E tal como acertei na escolha do árbitro, também não corro demasiados riscos de falhar se disser que o FC Porto vai jogar contra 14 adversários no próximo Domingo. Vai uma aposta?
Mas, sejamos optimistas, nem tudo é mau nesta escolha do árbitro. Desta forma, o SLB poderá organizar uma homenagem antes do jogo para agradecer ao Lucílio Baptista a sua preciosa colaboração na conquista da Carlsberg Cup, o único troféu ganho pelo Benfica na época passada. Não é todos os dias que se tem a oportunidade de homenagear as grandes figuras do clube da Luz e há que agradecer à Comissão de Arbitragem por esta honrosa iniciativa em época natalícia. Em retribuição por este justo acto, o árbitro de Setúbal poderá ir fantasiado de Pai Natal, pois não só as cores estarão a condizer com o ambiente, como ainda poderá surpreender os adeptos da casa oferecendo-lhes os três pontos que leva no saco. Ah, como é lindo o Natal!...

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Corrida aérea dos bois vermelhos

Antes de mais devo confessar que, na perspectiva meramente desportiva, tanto me faz como se me deu que a Red Bull Air Race vá para Lisboa, para Marrocos ou para a China. Fui ver a primeira edição da corrida e, muito sinceramente, não fiquei fã, em parte devido às más condições em que me encontrei (digamos que estar de pé durante horas, debaixo de um calor tórrido e com o pescoço dorido de tanto olhar para cima não é uma das minhas formas preferidas de passar um Sábado) mas também porque a corrida, sendo disputada à centésima de segundo, dá pouca margem de manobra para variações, pelo que os pilotos executam as manobras com um automatismo que lhe confere uma monotonia atroz. De qualquer forma, tenho a perfeita noção de que este evento foi uma mais-valia para as cidades do Porto e de Gaia pelos dividendos que dele advieram, pela dinamização comercial do espaço das duas Ribeiras, pela divulgação turística das cidades, etc, etc, etc. Nessa perspectiva, o desvio da Red Bull Air Race para Lisboa é efectivamente um atentado às duas cidades nortenhas e é perfeitamente natural que as suas gentes se sintam insultadas e roubadas na verdadeira acepção da palavra.
Lisboa comportou-se neste caso como um daqueles putos mimados que não podem ver os outros meninos com um brinquedo novo que não tenham de ir logo tentar roubá-lo ou estragá-lo. Havia mesmo necessidade de desviar a Red Bull Air Race para Lisboa? Não há outros eventos interessantes e originais que pudessem trazer para Portugal por iniciativa própria, sem necessidade de ir imitar ou, pior ainda, prejudicar aqueles que tomaram esta iniciativa primeiro?
São estas atitudes vergonhosas que demonstram a falta de respeito que Lisboa tem, não apenas pelas cidades do Porto e de Gaia, mas por todo o resto do país e que põem a nu a política extremamente centralista com que asfixia Portugal.
Os portugueses sempre se orgulharam da coragem demonstrada pelos seus antepassados que partiram à conquista do Mundo. Está na hora de, também nós, honrarmos a nossa identidade. Por um país livre, desenvolvido e justo, REGIONALIZAÇÂO JÁ!

Jesualdo versus Jesus: um duelo privado

Já tinha escrito aqui que a acção do Jorge Jesus tem sido preponderante para o futebol vistoso que o Benfica tem praticado nesta época, visto que o treinador não se cansa de incentivar os seus jogadores a darem o máximo durante os 90 minutos de jogo, exigindo que a equipa marque mais e mais golos. No entanto, por muito que esta filosofia faça as delícias dos adeptos, Jorge Jesus parece esquecer ou desconhecer (provavelmente devido à sua parca experiência em futebol do mais alto nível) que uma época não se decide em meia-dúzia de jogos e os jogadores não são máquinas. Mais tarde ou mais cedo, esta pressão absurda, quase doentia, sobre os jogadores vai acabar por traduzir-se em cansaço físico e em lesões graves que irão afectar a equipa precisamente quando a época entrar na sua fase mais decisiva. Ora, no seguimento desta análise, a jornada anterior ofereceu-nos mais um dado que parece apontar para esta simples conclusão: Jorge Jesus não sabe gerir uma equipa de alta competição.
Sabendo que Álvaro Pereira se encontrava em risco de ficar de fora do confronto com o Benfica caso visse o 5º cartão amarelo no jogo com o Vitória de Setúbal, Jesualdo Ferreira decidiu jogar pelo seguro, não convocando o uruguaio para este jogo. Dessa forma, o treinador portista garantiu inteligentemente a presença do titular da posição de defesa esquerdo no clássico do próximo Domingo. Pelo contrário, Jorge Jesus não deixou de convocar todos os seus principais titulares para o jogo com o Olhanense, incluindo aqueles que se encontravam em risco pelos mesmos motivos. Graças a essa decisão, o Benfica não poderá contar com a prestação de Fábio Coentrão por estar castigado e bem pode agradecer ao jovem árbitro Artur Soares Dias a simpatia de ter poupado David Luiz de idêntico destino quando o defesa encarnado atingiu ostensivamente o seu adversário com a sola da bota numa das muitas quezílias que se verificaram entre os jogadores. O clássico só se joga no próximo Domingo mas, no duelo particular entre os treinadores, o Professor já está a ganhar por 1-0.
Além da questão da má gestão dos castigos, há ainda outro factor a analisar: o Benfica gastou, esta época, muitos milhões de Euros para reforçar o plantel, mas o seu treinador demonstra muita relutância em substituir os habituais titulares por suplentes, deixando passar a ideia de que tem falta de confiança nestes jogadores, o que poderá dar origem a algum desagrado no balneário. Sempre se ouviu dizer que em equipa que ganha não se mexe, mas quando alguns dos titulares estão em risco de ficar de fora de um jogo de elevada importância como é o do próximo Domingo frente ao FC Porto, não se justificaria outra atitude mais arrojada? E se a tudo isto juntarmos o facto do Di Maria ter sido escolhido para ocupar a posição do lesionado Pablo Aimar com o resultado desastroso que se viu, estamos conversados quanto às capacidades de gestão do plantel demonstradas por JJ.
Perante estes dados, rapidamente surgiu quem defendesse que o jogo do Porto com o Vitória de Setúbal seria de um grau de dificuldade mais baixo e, como tal, mais propício a alterações na equipa do que o do Benfica no estádio do Olhanense. No entanto, se analisarmos a situação destas duas equipas na tabela classificativa, verificamos que ambas ocupam precisamente os dois lugares abaixo da linha de água. Não será uma vergonha para o Benfica desculpar-se das más decisões do seu treinador com a justificação de que o jogo com o Olhanense seria muito difícil quando estamos a falar do confronto entre um alegado candidato ao título e um candidato à descida de divisão?

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Acordaste agora, Platini?

Quando o Michel Platini veio a público chamar batoteiro ao FC Porto, muita gente percebeu que o presidente da UEFA estava a meter-se por um mau caminho. Quem faz acusações precipitadas e sem fundamento arrisca-se a ver-se posteriormente na contingência de ter de se retratar caso se venha a provar a inocência do visado. O encerramento do processo Apito Dourado com o desfecho que se viu (nunca a expressão "a montanha pariu um rato" se aplicou de forma tão apropriada como neste caso) e a decisão do TAS claramente favorável aos azuis e brancos deixaram Platini numa posição muito delicada perante a opinião pública, pelo que já estava a tardar uma declaração sua sobre esta questão.
Hoje, o presidente da UEFA veio finalmente a público afirmar que agora tem a certeza de que o FC Porto não é batoteiro. Pois, até aí já nós tínhamos chegado há muito tempo! Vistas bem as coisas, batoteiro é mesmo o sr. Platini que difamou o nome do FC Porto e pretendeu impedi-lo de participar na Liga dos Campeões sem nada que o justificasse. Resta-lhe apenas a desculpa de ter sido vítima da máfia que originou esse processo obsceno a que chamaram Apito Dourado, mas nem isso justifica tamanha falta de responsabilidade e de bom senso de quem ocupa o mais alto cargo do futebol europeu.
Esta declaração do presidente da UEFA é mais uma contribuição para que fique reposta a verdade, mas nem assim conseguirá ressarcir o Dragão (e, porque não dizer mesmo, Portugal) do prejuízo em termos de imagem internacional causado por este processo vergonhoso, originado pela frustração e inveja de gente medíocre e pobre de espírito que, perante a incapacidade de obter resultados desportivos que sustentem os epítetos grandiosos com que tanto gostam de propagandear os seus clubes, recorrem a esta verdadeira política de guerrilha para denegrir o mérito dos clubes alheios. É necessário e impreterível que o FC Porto avance, o mais breve quanto possível, com um processo na Justiça contra essa escumalha, exigindo a reposição da verdade e o esclarecimento público da difamação de que foi alvo, assim como a devida indemnização de todos os danos patrimoniais e morais.