quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Quem nos saíu na rifa...

GRUPO A

FC Porto
Dínamo de Kiev
Paris Saint-Germain
Dínamo de Zagreb

Não me parece nada mal!

Post-it do dia


Super Mou!

É arrogante, é mal educado, tem mau perder, mas não há dúvidas de que é o melhor do mundo. Mourinho é mesmo El Único!

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Parabéns, guerreiros do Minho!

Ao derrotar a Udinese, o Braga conquistou o direito de participar na edição deste ano da Liga dos Campeões. Parabéns, guerreiros do Minho! Quem sabe nos voltaremos a ver na final!

P.S. - Pela primeira vez na vida, vi um guarda-redes defender um penalty marcado "à Panenca". Um grande momento de Beto, que adivinhou a intenção do adversário e carimbou a passagem do Braga na eliminatória.

OMO lava mais branco

Sem papas na língua, o presidente do Vitória de Setúbal pôs o dedo na ferida: se a vergonhosa arbitragem de Jorge Sousa tivesse sido ao contrário, haveria hoje uma revolução em Portugal.
Não me parece que esteja em causa a validade do cartão vermelho mostrado a Amoreirinha logo aos oito minutos de jogo. As leis são para cumprir e se um jogador comete uma infracção merecedora de expulsão, o árbitro deve fazer cumprir o que está estipulado, independentemente de ser no primeiro ou no último minuto de jogo. O que está em causa é a dualidade de critérios cobarde demonstrada por este árbitro que, escassos minutos depois, perdoou a expulsão a Luisão numa entrada por trás. Isto e, obviamente, um conjunto de decisões erradas que permitiu à equipa lisboeta transformar uma deslocação a um campo difícil num agradável passeio de Domingo.
No Tribunal do jornal O Jogo, quer Jorge Coroado, quer Pedro Henriques, reconheceram que o capitão benfiquista entrou por trás sobre o adversário, cometendo falta grosseira passível de causar lesão grave e, como tal, punível disciplinarmente. No entanto, estranhamente, consideraram que o árbitro agiu bem ao mostrar apenas o cartão amarelo, o que contraria frontalmente as leis do jogo que definem as entradas por trás como motivo de expulsão.
Não creio que algum destes ex-árbitros tenha dificuldades na interpretação dos regulamentos, pelo que não me restam dúvidas de que as opiniões agora  manifestadas surgem no seguimento da deplorável campanha de branqueamento alimentada pela imprensa lisboeta em favor do capitão benfiquista, visando influenciar a decisão do processo disciplinar aberto pela FPF na sequência da agressão ao árbitro alemão. Na véspera de Luisão se deslocar à sede da Federação para prestar depoimento sobre o caso, não interessava absolutamente nada ao lobby lisboeta que o jogador fosse expulso, pondo assim em causa a falsa imagem de correcção e lealdade que tanto de esforçaram em divulgar. Obviamente, quem não pactua com esta defesa dos interesses mesquinhos da capital facilmente compreende que estamos perante mais um inqualificável atentado à verdade desportiva. Resta agora saber até que ponto estará a FPF disposta a pactuar com esta farsa, pondo a sua credibilidade em causa, não só aos olhos dos portugueses, mas também perante a FIFA que, com certeza, está atenta ao desenrolar deste processo.

P.S. - Ainda no seguimento do que atrás foi dito, tive hoje a oportunidade de ler, no jornal O Jogo, mais uma brilhante análise de Jorge Coroado às arbitragens do passado fim-de-semana que me deixou, no mínimo, surpreendido. O antigo árbitro, não só reitera a opinião de que a entrada por trás do Luisão é apenas punível com cartão amarelo, como sugere (pasme-se!) que o capitão do Vitória de Setúbal deveria ter sido expulso por reclamar junto do árbitro a amostragem do cartão vermelho ao jogador encarnado.
Conclusão: contrariando o que dizem os regulamentos, o sr. Coroado considera que as entradas por trás dos jogadores encarnados são faltas menores, puníveis com um simples amarelo, enquanto que aos jogadores sadinos nada é permitido, nem mesmo a manifestação verbal da revolta pela clara dualidade de critérios de um árbitro que, como facilmente se vê, se acobardou quando se lhe exigia isenção e coerência nos critérios disciplinares. Pelo andar da carruagem, fico à espera para ver se, amanhã, o sr. Coroado não encontrará, à luz da sua interpretação pessoal das leis do jogo, novos argumentos para sustentar a expulsão de meia equipa sadina.

O campeonato das proezas

Em paralelo com o campeonato de futebol, parece haver um outro campeonato em que os participantes se esforçam por concretizar a maior... proeza.
Em apenas duas jornadas, dois árbitros de Lisboa conseguiram a proeza de escamotear quatro penalties a favor do FC Porto, dois deles flagrantes. Na primeira jornada, Duarte Gomes fez a proeza de não ver a placagem do defesa gilista a Kléber apesar de se encontrar a escassos metros do lance, mas Hugo Miguel não lhe quis ficar atrás e realizou uma não menos notável proeza ao fazer vista grossa a uma brilhante defesa de um jogador vimaranense em plena área do Vitória de Guimarães. Já o Benfica conseguiu a proeza de, em apenas dois jogos, jogar mais de 100 minutos em vantagem numérica sobre os adversários, primeiro graças a uma proeza de Artur Soares Dias que confundiu a mão de um jogador preto com a de um jogador branco e depois beneficiando da proeza de Jorge Sousa que evidenciou muita severidade na amostragem de um cartão vermelho directo a uma jogador do Vitória de Setúbal logo aos 8 minutos de jogo, mas se esqueceu de manter o mesmo critério ao perdoar a expulsão a Luisão, dez minutos depois.
Sério candidato ao primeiro lugar no campeonato das proezas é também Rui Santos, jornalista e comentador da SIC, que conseguiu a extraordinária proeza de afirmar que o jogo Gil Vicente-FC Porto não teve casos. Convenhamos que é realmente assombroso que um homem, que até se dá ao luxo de entregar petições na Assembleia da República a exigir a implementação de meios audiovisuais no futebol em nome da verdade desportiva, seja incapaz de ver o penalty sobre Kléber mesmo com as imagens escarrapachadas na frente dos olhos. Mas, apesar de todas estas proezas verdadeiramente extraordinárias, palpita-me que a FPF já reservou para si uma proeza implacável, capaz de deitar todas as demais por terra. É que está para breve a decisão sobre o caso da agressão do Luisão ao árbitro alemão... Querem apostar que vamos ter campeão?

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Regresso das touradas a Viana... e a Barcelos

Nem a propósito! No mesmo dia em que se registaram alguns incidentes em Viana do Castelo devido aos protestos contra o regresso dos espectáculos tauromáquicos a esta cidade minhota, eis que se assistiu, numa outra praça de touros próxima, a um verdadeira tourada à qual não faltaram forcados e pegas de cernelha com fartura. E isto já para não falar de um cavalo que, tal como os touros, não esconde a sua atracção pela cor vermelha.
Em Barcelos, Duarte Gomes demonstrou, uma vez mais, ter queda para os feitos inéditos e, se na época passada conseguiu a proeza de assinalar três penalties (dois deles inexistentes) a favor do Benfica em cerca de 30 minutos, desta feita conseguiu a não menos assinalável proeza de fazer vista grossa a três lances passíveis de grande penalidade na área do Gil Vicente. Um deles, o terceiro, digno de ficar registado nos anais da história, não do futebol, refira-se, mas da tauromaquia, tal a destreza demonstrada pelo defesa gilista que, qual rabejador, se agarrou ao quadril de Kléber e não mais largou até imobilizar o avançado portista no chão. Tudo isto perante o olhar aprovador do árbitro lisboeta que aplaudiu de pé a audácia do gesto. Mereciam ambos (jogador e árbitro) uma orelha que, no entanto, não lhes foi concedida pelo público que abandonou a praça ainda aturdido pelo péssimo espectáculo a que se assistiu.
O Dragão saiu de Barcelos com duas bandarilhas cravadas no cachaço, uma por cada ponto desperdiçado nesta lide que tinha todas as condições para ganhar não fosse, por uma lado, a já habitual apatia e desacerto da equipa, e por outro, a actuação vergonhosa de um árbitro que não consegue disfarçar o seu assumido benfiquismo.

P.S.- Estou com uma certa curiosidade de ver se Duarte Gomes irá publicar no Twitter mais um post a assumir o erro que cometeu neste jogo em prejuízo do FC Porto, tal como aconteceu na época passada quando fez vista grossa a um penalty clamoroso cometido por João Luiz, defesa do Marítimo, sobre Belluschi. A situação já se vai tornando tão habitual que basta-lhe fazer copy/paste do post anterior.

domingo, 19 de agosto de 2012

Pontapé de saída às 18h15

A época 2012/2013 começou exactamente como terminou a época anterior: com o Porto a ganhar títulos e o Benfica a atirar-se aos árbitros. Mas, infelizmente para nós, portistas, as semelhanças não se ficam por aqui. Esperava-se que jogo da Supertaça, frente à Académica, viesse trazer alguma luz sobre a constituição definitiva do plantel desta época e esclarecer algumas (muitas?) dúvidas sobre o futebol praticado pela equipa, mas eu arriscar-me-ia a dizer que, quem como eu se deslocou a Aveiro, terá regressado a casa com mais incertezas do que convicções.
Descansem aqueles que pensam que eu vou começar já a atirar-me ao treinador. Se até na época passada o fiz apenas ao fim de muitas jornadas de sofrimento, dando-lhe o benefício da dúvida para além do que permitia a força humana, não o iria fazer agora quando Vítor Pereira tem vários factores a seu favor. Primeiro, porque é campeão nacional; segundo, porque não tinha à sua disposição vários jogadores importantes, titulares indiscutíveis, que se encontravam ainda ao serviço da selecção olímpica brasileira; terceiro, porque ainda não estão totalmente definidas as possíveis saídas de alguns jogadores, o que, inevitavelmente, interfere com o subconsciente destes; quarto, porque a entrada de alguns reforços na equipa não está ainda completamente consolidada; quinto, porque após o período de férias qualquer equipa necessita de algum tempo para readquirir o entrosamento desejável e reabsorver as orientações do técnico; etc. Ainda assim, mesmo beneficiando desta confortável posição, esperava-se que o treinador portista nos pudesse oferecer algo diferente daquele futebol pastoso, desengonçado, lento e displicente que quase nos levou ao desespero em muitos jogos da época passada. Não que a vitória não tenha sido justa perante uma Académica cujo mérito se resumiu quase exclusivamente à forma organizada e coesa como defendeu o nulo até ao fim, mas quando as pretensões de uma equipa são tão grandes que extravasam uma taça, por muito super que esta possa ser, o sentimento resultante só pode ser de desilusão.
Em condições normais, o jogo de hoje em Barcelos poucos motivos de interesse teria para além de assinalar o início da participação do FC Porto na presente edição da Liga Portuguesa. No entanto, pelas incertezas que subsistem no espírito portista e por marcar o regresso dos Dragões a um campo onde, na época passada, sofreu a sua única derrota (ainda que aqui o mérito seja repartido entre o Gil Vicente e o árbitro Bruno Paixão), há uma certa expectativa sobre o desfecho desta partida. Acredito que uma vitória segura lançará o Porto para uma cavalgada vitoriosa, não apenas pela confiança e força anímica que incutirá na equipa, mas também pela desmotivação que causará desde já às hostes inimigas, atormentadas por um começo periclitante que já se tornou tradição para as bandas da Luz e que não lhes augura nada de bom. Tem agora a palavra Vítor Pereira e seus pupilos sobre quem estarão focados todos os olhares a partir das 18h15.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Mais um deplorável espectáculo com selo SLB

No dia 3 de Janeiro de 2010, o Benfica recebeu o Nacional da Madeira na Luz, em jogo a contar para a Taça da Liga. Com apenas 28 minutos decorridos, Luisão agrediu Salino, que se encontrava no solo, com um violento pontapé. O lance sem bola foi em tudo comparável ao desvario de Pepe que valeu um castigo de 10 jogos de suspensão ao defesa do Real Madrid, mas, apesar da violência da agressão, Olegário Benquerença, que se encontrava a poucos metros de distância, limitou-se a punir o defesa brasileiro com um simples cartão amarelo, o que, não só permitiu ao jogador benfiquista prosseguir em campo, como impediu qualquer possibilidade de lhe ser instaurado um processo sumaríssimo, ficando assim disponível para os encontros seguintes a contar para a Liga Portuguesa.

Este foi apenas um exemplo das várias agressões e desacatos protagonizados pelo capitão encarnado desde a sua chegada a Portugal (facilmente visionáveis através dos muitos vídeos disponíveis no Youtube) e que contrariam completamente a imagem de jogador correcto e leal que a corrupta imprensa da capital procura agora passar para o público na tentativa de branquear mais um incidente grave, desta feita com o árbitro alemão Christian Fischer. Obviamente, a comunicação social estrangeira não pactua com o compadrio obsceno existente entre o Benfica e a imprensa que, infelizmente, é comum no nosso país e que vai permitindo aos dirigentes, técnicos e jogadores do clube lisboeta passarem ao lado de qualquer condenação jurídica ou moral sempre que protagonizam mais um dos seus deploráveis exemplos de mau comportamento, pelo que rapidamente surgiram, de toda a Europa, as mais duras críticas, não apenas à agressão em si, mas também às reacções dos restantes elementos do clube.  
De facto, mais chocante do que a agressão de Luisão ao árbitro foi, sem dúvida, ver a expressão de gozo estampada nos rostos dos restantes jogadores e técnicos encarnados perante o sucedido, algo que só encontra mais uma vez justificação no clima de total impunidade a que se habituaram no nosso país. E como se tal não fosse suficientemente grave, ainda se assistiu ao discurso abjecto de um dirigente que, recorrendo aos mais ridículos argumentos, procurou justificar o injustificável, e a um inqualificável comunicado oficial do clube que, ao ser traduzido e publicado por um jornal alemão, mais não foi que a estocada final na já depauperada imagem do Benfica aos olhos da Europa. Enfim, foi mais um deplorável espectáculo de anti-desportivismo protagonizado pelo clube de Lisboa que, mais do que fazer rir, nos envergonhou a todos nós, portugueses. Ou, pelo menos, aqueles a quem ainda resta alguma noção do ridículo.

Resta saber como irão agora proceder a FIFA ou a UEFA. Caso decidam tomar as rédeas do processo, prevê-se mão pesada para o jogador e para o clube, o que motivará a reacção histérica de todos aqueles que, iludidos pela campanha de viciação dos factos desde logo montada pela imprensa lisboeta, se consideram vítimas de uma cabala do árbitro alemão que age, provavelmente, sob a orientação do omnipresente e omnisciente Pinto da Costa. No entanto, caso os organismos que superintendem o futebol internacional decidam atribuir à Federação Portuguesa de Futebol a responsabilidade de decidir sobre este processo como alguns peritos já deram a  entender que poderá vir a acontecer, o mais certo será virmos a assistir a mais um vergonhoso e cobarde arquivamento sumário, o que permitirá aos jogadores, técnicos e dirigentes encarnados saírem airosamente de mais um triste incidente por si criado. O que esta gente poderá não compreender é que é precisamente este clima de impunidade de que gozam em Portugal que está na origem do crescendo de indisciplina que se verifica no Benfica desde há vários anos, o que, para além do desgaste de imagem que provoca nos adeptos, fartos e cansados que estão destes lamentáveis espectáculos, abre as portas a novos e mais graves incidentes cujas repercussões, mais tarde ou mais cedo, se farão sentir. É que, por muito poderosa que seja a máquina política e propagandista do regime, há sempre um limite para tudo. Até para a pouca vergonha.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Regresso ao activo

Com o jogo da Supertaça realizado em Aveiro no passado fim-de-semana, iniciou-se uma nova época futebolística e o blogue O Porto é o maior, carago! regressa ao activo para acompanhar de perto as vicissitudes do futebol ao longo dos próximos meses que, como todos esperamos, constituirão mais uma caminhada de sucesso do nosso FC Porto. Para todos os que habitualmente visitam este blogue aqui fica a minha especial saudação, esperando que o mesmo continue a merecer a vossa atenção e o contributo dos vossos comentários que tanto me honram.
Visto que os próximos tempos serão de grande exigência a nível pessoal e familiar devido ao nascimento do meu primeiro filho, decidi reforçar a equipa do O Porto é o maior, carago! com um novo comentador que vos será apresentado brevemente. Um estilo diferente, obviamente, mas a mesma paixão azul e branca e a mesma acutilância na defesa dos interesses do FC Porto é o que este comentador tem para nos oferecer, aliadas a uma visão e conhecimento muito próximos da realidade portista. Um reforço de peso, portanto!
Um abraço a todos e força rumo ao tri-campeonato!