segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Festas felizes!

Para todos os que acompanham este blogue, aqui ficam os meus desejos de um santo e feliz Natal!

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

A maçã podre que afinal não o era

Quando João Moutinho foi contratado pelo FC Porto ao Sporting, muita gente afecta ao clube leonino, incluindo o próprio treinador Paulo Bento, acusou o jogador de ser uma maçã podre que contaminava as maçãs sãs. Godinho Lopes, actual presidente do Sporting, concedeu agora uma entrevista ao programa “Trio de ataque” onde abordou a questão, considerando que Moutinho foi, afinal, uma vítima do sistema que imperava então no seu clube.

«Chamavam-lhe maçã podre, mas afinal de contas João Moutinho era uma vítima do sistema, porque os jogadores que estavam à sua volta queriam sair, porque não se sentiam bem

Parece que, afinal, as maçãs podres eram outras. Só falta dizerem quem.

domingo, 16 de dezembro de 2012

Para quem tanto se queixa...

.... é caso para perguntar: haverá algum jogo que o Benfica consiga ganhar sem beneficiar de uma expulsão forçada ou de um penalty duvidoso? Hum... não creio...

sábado, 1 de dezembro de 2012

Gestão danosa

No final da partida com o Braga que ditou o afastamento do FC Porto da Taça de Portugal, Vítor Pereira afirmou que a responsabilidade pela escolha de vários jogadores menos utilizados ao longo da época (apenas quatro jogadores agora utilizados são habitualmente titulares) era única a exclusivamente dele. Bem pode dizê-lo, já que, nesta altura, ninguém tem dúvidas de que o principal motivo da derrota foi exactamente a profunda reforma na estrutura da equipa operada pelo técnico portista.
Já todos sabemos que uma grande época passa necessariamente por uma boa gestão do plantel. Nesse sentido, é expectável que o treinador proceda a alterações na equipa que permitam refrescar os jogadores, dando descanso aos mais utilizados e tempo de jogo aos menos utilizados. No entanto, estas alterações devem ser pontuais e diluídas ao longo da época e nas várias competições, de forma a não prejudicar o normal rendimento da equipa principal. Não me parece minimamente inteligente alterar a estrutura de forma tão radical como agora aconteceu, muito menos quando o FC Porto defrontava um adversário de grande valor, com tradição de ser muito complicado no seu reduto e ainda para mais num jogo de tudo ou nada onde qualquer deslize seria irreversível. A consequência desta aventura foi o afastamento de uma competição que era assumida como um dos principais objectivos a nível interno, imediatamente a seguir à revalidação do título de campeão nacional.
Na próxima terça-feira, o FC Porto terá mais um compromisso para a Liga dos Campeões, desta feita em Paris onde defronta o PSG. Com a passagem aos oitavos já garantida, resta ainda amealhar o prestígio e os milhões de euros de prémio que uma vitória no Parque dos Príncipes e o 1º lugar do grupo nos conferirá. A casa do FC Porto da capital francesa já garantiu a presença em massa de apoiantes para este jogo, pelo que estão reunidas todas as condições para que possamos viver mais uma noite de glória europeia. Exige-se que assim seja, depois da desilusão da Taça de Portugal.

O larápio bem querido


Olegário Benquerença carrega ainda sobre os ombros o estigma do golo fantasma de Petit a Vítor Baía, cuja existência nunca foi comprovada por qualquer meio credível mas que os encarnados pretendiam a todo o custo que fosse assinalado no sentido de poupar a sua equipa a mais uma humilhante derrota no seu reduto. Ontem, em Braga, o árbitro leiriense, assumido adepto do Benfica, deu mais um passo na reconciliação com os seus correlegionários.
Seria ridículo atribuir a derrota do FC Porto em Braga à arbitragem de Olegário Benquerença (até porque terá existido um penalty contra os Dragões por falta de Fernando sobre Hugo Viana que não foi assinalado), mas basta olhar para a ficha disciplinar do jogo para perceber que o juiz leiriense fez tudo o que estava ao seu alcance para inclinar o campo em prejuízo dos azuis-e-brancos. Se mais não fez, foi porque não pôde ou  porque não viu.
Tal como Vítor Pereira afirmou no final do jogo, não aconteceu absolutamente nada nesta partida que justificasse a amostragem de 10 cartões amarelos e 1 vermelho (o que qualquer pessoa que assistiu ao jogo poderá efectivamente comprovar), mas o que o treinador portista pretendia verdadeiramente era alertar para a gritante dualidade de critérios demonstrada pelo árbitro na amostragem dos cartões ao longo dos 90 minutos. Para além de muitos dos amarelos mostrados aos jogadores portistas serem extremamente forçados (nos quais se inclui o 2º mostrado a Castro que ditou a sua expulsão), a mesma severidade não foi aplicada no caso dos jogadores arsenalistas que, em situações idênticas, passaram sem qualquer admoestação. Refira-se ainda que o primeiro cartão amarelo mostrado a jogadores do Braga surgiu apenas aos 65 minutos de jogo, numa altura em que já três amarelos tinham sido mostrados a jogadores do Porto. De nada valem os protestos agora que o mal está feito, mas fica o registo.