segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Perguntem ao Helton!

Já se sabia que o Marítimo não ia entregar o jogo de bandeja ao FC Porto como fez na jornada anterior frente ao Benfica. Desde há muitos anos que a deslocação aos Barreiros constitui um dos mais difíceis obstáculos a ultrapassar para os dragões, enquanto que, para os encarnados, não passa de um agradável passeio pela bela ilha da Madeira. A juntar a isso, acrescia o facto de o Conselho de Arbitragem, em mais uma daquelas decisões que, de tão patéticas que são, se confundem facilmente com uma reles provocação, ter nomeado para este jogo o pró-benfiquista João Capela, o que fazia, desde logo, prever o pior. Mas, pelo facto de Lopetegui ter demonstrado estar consciente de todas estas dificuldades e pela explosão de raiva que o clube em peso sentiu na passada quarta-feira (que, julgava eu, teria vindo reforçar o espírito de união como há muito não se via no nosso clube), esperava-se que o Porto entrasse em campo disposto a rasgar os "guardanapos" com os dentes. Infelizmente, bastaram dez ou quinze minutos para que se vissem goradas as nossas melhores expectativas. Têm toda a legitimidade para dizer que houve azar, que a bola não quis entrar, que o golo do Marítimo nasce de um lance fortuito e que o Porto fez o suficiente para vencer. Tudo isso até pode ser verdade, mas nesta altura, nesta precisa altura, o suficiente não basta para nos fazer felizes. Se ainda se vive dentro do balneário alguma réstia de verdadeira esperança na conquista do título, o que se espera do Porto é uma entrega absoluta, um inabalável e irredutível espírito de combate desde o primeiro ao último minuto, capaz de deitar por terra qualquer adversário, qualquer infortúnio, qualquer árbitro. Se não sabem como é, perguntem ao Helton! Ele explica-vos.

Nota de rodapé: no momento em que escrevo este post, terminou o jogo em Paços de Ferreira com a vitória dos da casa sobre o Benfica por 1-0. Do mal o menos.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Vem aí borrasca!

A exemplo do que aconteceu aquando do falecimento de figuras relevantes do nosso futebol, também hoje me preparava para endereçar à família de Vítor Pereira, presidente da Comissão de Arbitragem, as minhas sentidas condolências pela morte do seu ente querido. Felizmente, fui informado atempadamente de que o seu estranho desaparecimento não se deve a algo tão trágico, mas antes ao facto de se encontrar escondido num buraco profundo, longe do contacto humano. Assim se explica que, desde há muitos meses, o presidente da CA se mantenha no mais imaculado silêncio, não obstante as múltiplas polémicas e consequentes críticas que a arbitragem tem originado ao longo da corrente época.

Ironias à parte, é practicamente impossível provar que a escolha de um juiz da Associação de Braga para arbitrar uma partida onde o SC Braga jogava a sua cartada decisiva na Taça da Liga está directamente relacionada com a gritante dualidade de critérios com que o referido árbitro procurou decidir o jogo em favor dos bracarenses. Aliás, custa-me acreditar que o facciosismo patente no comportamento de certos árbitros seja motivado por questões de naturalidade, tanto mais que em Portugal o futebol não se rege por questões regionalistas (ao contrário do que acontece, por exemplo, em Espanha, onde cada clube se assume como uma bandeira da sua região). Prova disso é o facto de Braga, não obstante possuir um dos maiores e melhores clubes nacionais, ser uma das cidades mais benfiquistas do país. No entanto, parece óbvio que, até para evitar a suspeição que agora se instalou sobre essa escolha, devia ter imperado o bom senso de se optar por outro juiz, tantas eram as alternativas disponíveis. Esta situação vem lançar, uma vez mais, a discussão sobre os critérios da escolha dos árbitros que tanta celeuma causou já ao longo da época, mas que o presidente da CA parece pouco interessado em esclarecer. E para piorar a situação, antevê-se desde já mais polémica para breve, já que ficamos esta semana a saber que, para a próxima jornada da Liga, foram escolhidos os árbitros João Capela e Bruno Paixão para as difíceis deslocações do Porto aos Barreiros e do Benfica a Paços de Ferreira, respectivamente. Conhecidos como são os referidos juizes pelos mais negros motivos, graças a um passado recheado de favorecimentos aos encarnados, não é preciso ser marinheiro para adivinhar a borrasca que aí vem.

Helton galáctico!

Uma exibição verdadeiramente galáctica de Helton permitiu ao FC Porto transformar uma situação extremamente adversa num resultado bastante importante para as pretensões portistas na Taça da Liga. Mas, mais do que a importância do resultado em si, este empate com sabor a vitória, arrancado a ferros depois de mais de uma hora a jogar reduzido a nove jogadores, constitui uma valente bofetada na cara dos obreiros desta pulhice a que todos assistimos na passada noite: para começar, naqueles que, irresponsavelmente e inexplicavelmente, escolheram um juiz da Associação de Braga para arbitrar uma partida onde o SC Braga jogava a sua cartada decisiva; pelo meio, nos comentadores da televisão e da rádio que, ao intervalo, já vaticinavam uma derrota histórica dos portistas; e para terminar, no próprio árbitro que, à custa de uma descarada e despudorada dualidade de critérios, foi inclinando o terreno de jogo a favor dos bracarenses.
Devo dizer com toda a franqueza que, na minha opinião, não existiu nenhum dos penalties assinalados. O primeiro, porque Gonçalo Paciência, ainda que posteriormente tenha sido empurrado, procurou primeiro ganhar posição para cabecear usando o braço para afastar o defesa do seu caminho. O segundo, porque o voo do avançado bracarense, com os braços erguidos ao céu qual fénix renascendo das cinzas, fazia desde logo perceber que estávamos perante uma daquelas cenas de teatro que só um árbitro amador ou desonesto pode validar. Apesar disso, quando os erros técnicos são repartidos entre as equipas não há nada a apontar ao árbitro, já que aqui uma eventual intenção de dolo se confunde com a simples incompetência. O mesmo já não se pode dizer do critério disciplinar demonstrado por Cosme Machado, onde a severidade dos cartões vermelhos mostrados a Reyes e Evandro contrastou frontalmente com a passividade manifestada perante as entradas duras de Sasso e Tiago Gomes que, não obstante terem ambos visto o cartão amarelo em lances anteriores, viram o árbitro poupar-lhes gentilmente a expulsão. Neste capítulo, é óbvio que Cosme Machado procurou prejudicar objectivamente os dragões, ao contribuir directamente para o desequilíbrio da partida em favor dos bracarenses. Graças a Helton, saiu-lhe gorada a intenção, mas nem isso nos fará esquecer a afronta.

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Super clube, super jogador!

Brahimi jogou pela selecção da Argélia nesta 2ª feira frente à África do Sul, num jogo a contar para a Taça das Nações Africanas. No final do encontro que os argelinos venceram por 3-1, o jogador azul e branco falou à comunicação social do seu país, dizendo o seguinte:

"Tive a oportunidade de encontrar um super clube como o FC Porto."

E nós tivemos a oportunidade de encontrar um super jogador! Força Brahimi!

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Disto não falam eles!

Enquanto os ministros da propaganda vão cumprindo a sua missão de desviar a atenção das mentes simplórias do nosso povo, escalpelizando pretensas ilegalidades nos golos do FC Porto (como este que as imagens demonstram inequivocamente não existir),  vai-se simultaneamente assistindo ao completo branqueamento das incidências de outro jogo que, por envolver um protagonista muito querido do regime, merecem um tratamento diferenciado. É o caso do lance que as imagens documentam, ocorrido poucos minutos antes do intervalo do confronto entre o Benfica e o Marítimo:
Talisca, que já tinha um cartão amarelo, tem esta entrada que se vê nas imagens e que dispensa mais comentários. Qualquer árbitro, em circunstâncias normais, consideraria o lance merecedor do segundo amarelo e consequente expulsão, mas, neste caso, as circunstâncias não eram normais, simplesmente porque o protagonista enverga a camisola sagrada do regime. Registe-se que, nesta altura, o Benfica ganhava ainda pela margem mínima e jogaria a 2ª parte do jogo reduzido a dez jogadores.
Compare-se agora o critério de Carlos Xistra neste lance com o de Paulo Baptista no jogo Benfica-Penafiel, no qual não teve contemplações ao expulsar Tony com o segundo amarelo por... isto:
 
Apesar do Benfica ser uma das equipas mais faltosas da Liga e de deter o recorde de maior número de faltas cometidas num só jogo (28, no Dragão, frente ao FC Porto), os encarnados não tinham visto, até esta  jornada, um único cartão vermelho. A explicação para este estranho facto é simples: a dualidade de critérios da arbitragem portuguesa em favor do Benfica é por demais evidente! E depois admiram-se que o clube do regime tenha sofrido 3 (TRÊS!) expulsões nos seis jogos que disputou na Liga dos Campeões!

Como se isto não bastasse, Talisca acabou por se fazer expulsar, já no final da partida, com um segundo amarelo por indicação do Jorge Jesus, com o intúito de cumprir um jogo de castigo no próximo compromisso para a Taça da Liga. Uma entrada muito dura, uma tesoura às pernas do adversário, que nas competições europeias poderia muito bem ter sido punido com vermelho directo, mas não em Portugal:

Ministros da propaganda

Depois da sequência de erros grosseiros de arbitragem que, ao longo da primeira ronda do campeonato, foram oferecendo ao Benfica muitos pontos (seis, na contabilidade do insuspeito Rui Santos, os mesmos que os encarnados levam de vantagem sobre o FC Porto) preciosos para a manutenção de um 1º lugar que, em  termos de futebol jogado, nunca justificou, era expectável que os lacaios do regime estivessem apenas à espera de um lance duvidoso em favor dos azuis e brancos para virem fazer alarido, desviando assim as atenções da pouca vergonha a que se tem assistido quase semana após semana. Prova disso é o vergonhoso comportamento antiprofissional dos comentadores da SportTV, Rui Pedro Rocha e Luís Freitas Lobo, aquando do primeiro golo do FC Porto ao Penafiel, que logo trataram de considerar ilegal por pretenso fora de jogo que as imagens, sem recurso à linha virtual, em momento algum evidenciavam. Pese embora o facto de Freitas Lobo ter vindo posteriormente corrigir a análise, o mesmo não fez o seu colega de profissão, deixando assim no ar uma polémica bem aproveitada pelas forças do regime que, como facilmente se observa na imagem seguinte, não tem qualquer fundamento:
Qualquer pessoa que possua conhecimentos básicos de geometria e desenho sabe que, numa imagem obtida segundo uma determinada perspectiva, as linhas paralelas convergem para o ponto de fuga. Logo, se prolongarmos as linhas de meio campo (vermelha) e da grande área (azul) até ao ponto de fuga e deste traçarmos uma terceira linha (amarela) passando no pé do defesa mais recuado, verifica-se, sem qualquer margem de dúvida, que Casemiro se encontra atrás da linha de antijogo, ou seja, em posição perfeitamente legal. Os comentadores da SportTV podem alegar em sua defesa que não possuíam os meios para proceder a esta análise em directo, mas, perante a incerteza das imagens televisivas e pela isenção a que estão obrigados, mandava o mais elementar bom senso que dessem o benefício da dúvida ao juiz de linha que, como se comprova, ajuizou correctamente o lance.

Pior do que o antiprofissionalismo demonstrado pelos comentadores da SportTV, só mesmo a falta de seriedade patente nas análises dos ex-árbitros que constituem o Tribunal d'O JOGO. Com muito tempo para analisar o lance e com todos os meios ao seu dispôr, só por manifesta má fé se explica que Jorge Coroado e Pedro Henriques tenham considerado o golo irregular. E isto já para não dizer que, se consideram o lance de difícil análise, mandam as leis que em caso de dúvida se dê o benefício ao atacante, algo que os referidos ex-árbitros parecem ter esquecido:

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Grito de guerra

Devo confessar que não morro de amores pelo Cristiano Ronaldo, mas respeito-o. Nascido numa família humilde, numa região pobre e num país pouco promissor para os jovens, o Cristianinho defendeu sempre que um dia iria ser um grande jogador de futebol e assim é. Subiu a pulso, com algumas ajudas é certo, mas acima de tudo graças ao seu talento e esforço. E mesmo com os seus tiques de multi-milionário, não deixa de pensar na sua família, no seu filho, nas gentes da sua terra e naqueles que mais precisam. Ontem, ao vê-lo receber a sua terceira Bola de Ouro, não me senti particularmente orgulhoso por ser português, mas antes satisfeito por este homem ver reconhecido internacionalmente o seu valor, o seu trabalho e o seu esforço.
No final da sua elocução em português, Cristiano Ronaldo soltou um urro que, segundo hoje li, constitui o grito de guerra dos jogadores do Real Madrid. Não soou agradável aos microfones e destoou da pompa e circunstância do evento organizado pela FIFA, mas teve um significado claro: o reconhecimento pelos seus companheiros de equipa, sem os quais dificilmente alcançaria tão almejado prémio. Gostei de ver.

domingo, 11 de janeiro de 2015

O Benfica não vai ao colo, vai de andor!

No início do jogo com o Belenenses, a claque do Porto apresentou na bancada uma tarja gigante com uma mensagem que, fazendo lembrar José Maria Pedroto com a sua célebre expressão "roubos de igreja", traduz o sentimento actual dos adeptos portistas (e não só) perante os muitos erros de arbitragem que têm beneficiado sistematicamente o Benfica.
 A mensagem é clara e perfeitamente legítima face ao desenrolar dos acontecimentos ao longo desta época, mas peca, na minha opinião, por tardia e insuficiente. Saúda-se, ainda assim, a iniciativa que, esperamos, sirva para despertar as consciências, principalmente dos que gerem a arbitragem portuguesa.

P.S. Hoje, no Telejornal da RTP1, não foi feita a mais pequena referência a este acto da claque do Porto. Obviamente, não lhes interessa falar deste assunto.

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Rosa e Deyverson, jogam?

O FC Porto recebe o Belenenses já na próxima jornada e a dúvida que persiste nesta altura é esta: será que o clube do Restelo vai jogar com Miguel Rosa e Deyverson? 
Se o clube do Restelo, por motivos que ainda estão por esclarecer, se deu ao luxo de dispensar os dois melhores marcadores da equipa na visita à Luz, então o mesmo deveria acontecer na sua deslocação ao Dragão. Afinal, se os jogadores pertencem ao quadro do Belenenses e não estão emprestados por ninguém, por que raio há-de ser diferente para uns e outros???

O Belenenses é um clube por quem eu nutria muito respeito, mas a atitude tida pela Direcção no caso da não utilização dos dois atletas no confronto com o Benfica fez-me perder toda a consideração. Há clubes pequenos em dimensão, mas que nem por isso deixam de ser briosos e honrados. Não é, decididamente, o caso deste.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Baptista, o artista

Andam pela blogosfera uns calhordas que, julgando que pertencemos todos à manada subserviente do regime, nos querem impingir a ideia de que as denúncias dos muitos erros graves de arbitragem cometidos até à data em favorecimento do Benfica não passam de uma campanha difamatória contra o clube lisboeta. Ignorando o anormalmente elevado número de golos limpos anulados aos adversários e a igualmente anormal quantidade de golos ilegais validados a seu favor, para já não falar dos penalties e expulsões forçadas caídas do céu quando mais jeito lhes dá, lá vão afirmando que os encarnados nada devem às arbitragens e que o primeiro lugar que ocupam é, única a exlusivamente, fruto do mérito desportivo. Ora, os factos denunciam uma realidade bem distinta dessa e o que está bem à vista de qualquer pessoa que possua um par de olhos na cara é isto: se a medíocre equipazeca da Luz dependesse apenas do mérito próprio, já há muito teria perdido o 1º lugar e, muito provavelmente, nem a 2ª posição ocuparia!

Quem acompanha de perto o futebol português sabe que Paulo Baptista é um verdadeiro artista do apito. Seja por artes mágicas ou por contorcionismo, o juiz de Portalegre arranja sempre maneira de manipular as partidas conforme as conveniências. Do extenso rol de polémicas que protagonizou ao longo da sua carreira, ficará para sempre na memória de todos a arbitragem de um Benfica-Braga em que Jorge Jesus, então treinador dos arsenalistas, furioso pelo roubo de que tinha acabado de ser vítima, proferiu a célebre frase: "Ganhar ao Benfica? Só se for na Playstation!" É claro que hoje, encontrando-se do outro lado da barricada, o catedrático da chiclete não tem motivos de queixa de Paulo Baptista. Bem pelo contrário, até deve estar muito satisfeito com o critério disciplinar demonstrado por esse artista do apito no confronto com o Penafiel quando aos 65 minutos de jogo expulsou Tony por... isto:
 
É facil prever que os ditos calhordas virão dizer que a expulsão é justa, que foi o 2º amarelo, blábláblá, mas também é fácil perceber que, caso esta decisão fosse em prejuízo do SLB, seria motivo de protestos veementes por parte dos encarnados. E o caso não seria para menos, refira-se. De facto, expulsar um jogador por um puxãozinho de camisola, num lance ocorrido junto à linha lateral e muito longe da baliza não é um simples excesso de zelo ou o que quiserem chamar. É, isso sim, mais um número de contorcionismo, ou se preferirem, um truque de magia, estilo coelho tirado da cartola, do artista Paulo Baptista.

Recorde-se ainda que, já esta época, Paulo Baptista e seus suburdinados protagonizaram em Guimarães uma das arbitragens mais tendenciosas de que há memória nos últimos anos. Ao contrário do que alguns pasquins da Capital do Império tentaram passar para o público, o Porto não saíu da cidade berço com razões de queixa apenas num ou dois lances, mas antes numa mão cheia de erros de arbitragem, todos eles em favor do Vitória de Guimarães, que sonegaram 2 pontos aos dragões:

1) Corte com o braço na área do Vitória de Guimarães - Penalty e cartão amarelo perdoados aos vimaraneneses (A propósito deste lance, Jorge Coroado afirmou terem existido duas faltas consecutivas, já que, imediatamente antes do corte com o braço, há um puxão a Jackson Martinez. Paulo Baptista, o artista, cometeu a proeza de não ver nada).

2) Puxão a Brahimi quando este se encontrava isolado perante o guarda-redes - Penalty e expulsão perdoadas ao defesa vimaranense.

3) Obstrução com contacto a Quintero - Penalty e cartão amarelo perdoados ao Vitória de Guimarães.

4) Golo limpo anulado ao Porto pelo árbitro assistente Valter Rufo, por fora de jogo claramente inexistente - Seria o 2-1 a favor dos dragões.


Mais palavras para quê? É o verdadeiro artista!