terça-feira, 19 de abril de 2016

Que injustiça, de facto...

“Hoje é o início de uma nova união, de determinação total de toda a gente para que o mandato seja ao nível deste fim de semana. Tivemos vitórias em basquetebol, frente ao Benfica, em andebol, contra o mesmo adversário, no hóquei, sobre o Óquei de Barcelos, e já hoje no basquetebol, com o Barcelos, e da equipa B contra o Feirense. Depois tivemos esta magnífica exibição e vitória contra uma equipa bem valiosa, que é o Nacional. É isso que os sócios querem e que os jornais não querem, mas vão ter de aguentar”.

Estas palavras, proferidas por Pinto da Costa logo após o encerramento das eleições que ditaram o seu 13º mandato na presidência do FC Porto, encerram em si um apelo à união de todos os adeptos e simpatizantes portistas. Lamentavelmente, há gente que insiste em não dar ouvidos ao nosso presidente, nem perceber que este não é o momento para mais conflitos internos, mas antes para nos unirmos em torno dos interesses supremos do clube. 

Vinte e quatro horas após as eleições, marcadas por uma campanha cobarde de apelo ao voto nulo perpetrada por um movimento sem rosto, ainda há quem persista nos ataques infames a Pinto da Costa e tudo serve de pretexto para tal. Queixam-se agora os energúmenos de que o salão onde decorreu a votação (que é o mesmo onde decorreram as votações anteriores, refira-se) não tinha condições para que (pasme-se!) os sócios pudessem anular o seu voto em segredo! Claro, nós até sabemos que as secções de voto não devem estar preparadas para que os eleitores possam votar com calma e serenidade (como aliás aconteceu nos eventos anteriores, sem que tal motivasse qualquer contestação), mas antes para poderem riscar os boletins como se fossem fedelhos a desenhar nas paredes às escondidas dos pais. Quem se lembrou de privar estes meninos da sua vontade pueril, não respeita o direito destes em criticar e atacar quem bem lhes apetece, salvaguardados pelo anonimato de serem também eles alvo da crítica de todos os que, como eu, não seguem a mesma cartilha nem concordam com tamanha ignomínia. Que injustiça, de facto...

Isto de dar a cara pelas causas, pelos vistos, não é para todos, portanto, continuem a colar cartazes a coberto da escuridão da noite e a escrever alarvidades em blogues de intenções duvidosas. Estou certo de que, com atitudes desse calibre, o FC Porto não tardará a reencontrar o caminho do sucesso. Ou não!

1 comentário:

  1. "Que caladinho andas! Nada publicas após um mês. Que silêncio."

    O Maior_que_o_FCP_só_na_Playstation também andava muito caladinho. Devia estar à espera que o clubezeco do regime ganhasse o campeonato para finalmente sair da toca, não fosse o diabo tecê-las na última jornada. Mas, como se viu, não precisava de se preocupar, já que o compincha Vítor Pereira não deixa ficar mal os amigos e lá enviou mais um lacaio à Luz para assegurar uma daquelas "boas arbitragens" de que tanto gosta. Penalty descarado por marcar por corte com o braço do Talisca, com apenas 17 minutos decorridos e com o resultado ainda em 0-0. Tudo normal na Capital do Império, portanto. O senhor árbitro lá deve ter pensado com os seus botões que, se cometesse a ousadia de fazer cumprir as leis em prejuízo do regime, ia-se tramar como o Marco Ferreira. Provavelmente, iria parar ao segundo escalão da arbitragem, partiam-lhe os dentes na próxima vez que fosse passear ao Colombo e ainda deixava de receber os vouchers que tanto jeito dão em tempo de crise. Lá diz o povo: quem deixa o certo pelo incerto, ou é tolo ou pouco esperto...

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