segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Parece um pardal à solta, o puto

Tiago Martins é um caso de estudo, um daqueles paradoxos universais que ninguém até hoje conseguiu explicar à luz da razão e da lógica. Não foi, com certeza, devido à idade que este juiz da Associação de Lisboa chegou ao nível internacional, já que é demasiado jovem para tal, estando muito abaixo da média de idades de todos os árbitros do seu escalão. Também não foi graças à experiência, pois antes de receber as insígnias da FIFA tinha arbitrado apenas três jogos da I Liga, nenhum dos quais envolvendo os três clubes grandes. Muito menos terá sido pela competência porque, como já antes o tinha demonstrado e ontem comprovou, não possui nenhuma. 

Não. Tiago Martins terá subido pela mão de pessoas que, por motivos muito estranhos e de difícil compreensão, terão visto nele algum interesse. Provavelmente, as mesmas pessoas que, incompreensivelmente, o escolheram para ir a Alvalade dirigir o confronto entre dois candidatos ao título, sabendo de antemão que pôr um puto a arbitrar um jogo de homens só pode dar mau resultado. As mesmas que agora o protegem, branqueando a postura verdadeiramente criminosa com que foi desvirtuando o jogo e viciando a verdade desportiva em favor da equipa da casa.

Se eu fosse presidente do FC Porto, faria tudo o que estivesse ao meu alcance para que esta arbitragem de Tiago Martins fosse devidamente punida. Mais do que isso, tudo faria para que este farsante disfarçado de árbitro não voltasse a pôr os pés no Dragão, nem que comprasse bilhete para assistir a um jogo na bancada como um comum adepto. Infelizmente, eu não sou presidente do FC Porto e resta-me esperar que o meu clube tenha finalmente um assomo de dignidade e dê voz à indignação e revolta dos adeptos, agindo de forma contundente face a este autêntico assalto à mão armada de que foi vítima ontem em Alvalade.

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