domingo, 6 de agosto de 2017

Revolta!

Hoje, vai-se percebendo ainda melhor a dimensão do roubo de arbitragem que aconteceu ontem em Aveiro, mais uma vez com o clube do regime a ser escandalosamente beneficiado pelos senhores do apito. Além dos jornais O Jogo e Record considerarem unanimemente a existência de uma falta de Seferovic sobre um defesa, ocorrida no lance do primeiro golo do Benfica (a qual, em conjunto com o adiantamento do avançado encarnado no momento do passe, torna o golo duplamente irregular), é notório o critério disciplinar estranhamente benevolente demonstrado pelo árbitro perante as entradas violentas protagonizadas por jogadores encarnados sobre os adversários, designadamente numa tesoura de Jonas junto à linha lateral, um carrinho de Luizão já em tempo de descontos e um pontapé de Jardel, sem bola, no joelho de Raphinha. A tudo isto, junta-se o corte com o braço em plena área do Benfica, que seria obviamente merecedor de penalty, não fosse a equipa de padres de serviço ao vídeo-árbitro ter, uma vez mais, adoptado um critério discutível, em claro favorecimento da equipa do regime. 
Por muito que a corrupta imprensa da Capital procure esconder este escândalo, não podemos permitir que a podridão que se instalou no futebol luso passe novamente impune, cabendo-nos o direito e o dever de protestar veementemente contra estes roubos descarados que outro objectivo não têm senão oferecer títulos ao clube do regime e assim produzir artificialmente uma grandeza fictícia que, com justiça e honestidade, não conseguiria obter.

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